Covid-19 – Levantamento de restrições: 1 de outubro de 2021

Tendo em conta a evolução da pandemia em Portugal e, sobretudo, do processo de vacinação, o Governo decidiu avançar para a próxima fase do Plano de Levantamento Gradual das Restrições, tal como previsto a 29 de julho, aquando da apresentação da estratégia.

Assim, e a partir de 1 de outubro – data em que se prevê que mais de 85% da população portuguesa esteja completamente vacinada contra a Covid-19 –, serão adotadas as seguintes medidas:

  • Abertura de bares e discotecas com certificado digital;
  • Restaurantes deixam de ter limite máximo de pessoas por grupo;
  • Fim da exigência de certificado digital para acesso a restaurantes, estabelecimentos turísticos ou alojamento local, bingos, casinos, aulas de grupo em ginásios, termas e spas;
  • Fim dos limites de lotação, designadamente para:
    • Casamentos e batizados;
    • Comércio;
    • Espetáculos culturais.
  • Obrigatoriedade de apresentação do Certificado Digital Covid UE para:
    • Viagens por via aérea ou marítima
    • Visitas a lares e estabelecimentos de saúde
    • Grandes eventos culturais, desportivos ou corporativos
    • Bares e discotecas

O uso da máscara é obrigatório em:

  • Transportes públicos
  • Lares
  • Hospitais
  • Salas de espetáculos e eventos
  • Grandes superfícies

Mais sobre COVID-19

DGS – Orientação nº 11-2021, de 13-09-2021- COVID-19- Utilização de Máscaras

A utilização de máscaras é uma medida eficaz na prevenção da transmissão de SARS-CoV-2,.

A vacinação contra a COVID-19 reduz o risco de infeção e, sobretudo, de doença grave e morte por COVID-19, mesmo face a novas variantes de SARS-CoV-2 com maior transmissibilidade, como a variante Delta.

Apesar da elevada cobertura vacinal em Portugal e da atual situação epidemiológica suportarem uma estratégia de flexibilização gradual, progressiva e proporcionada das medidas de saúde pública implementadas no contexto pandémico, a utilização de máscaras continua a ser uma importante medida de contenção da infecão, sobretudo em ambientes e populações com maior risco para infeção por SARS-CoV-2, fundamentando, nesta matéria, o atual regime legal em vigor.

Importa, por isso, em matéria de utilização de máscaras, definir as medidas de saúde pública, adequadas e proporcionais ao momento atual, sujeitas a reponderação em função da evolução epidemiológica e do conhecimento científico.

Assim, nos termos da alínea a) do n.º 2.º do artigo 2.º do Decreto Regulamentar n.º 14/2012, de 26 de janeiro, a Direção-Geral da Saúde emite a seguinte Orientação:

1. É revogada a Orientação 005/2021, de 21 de abril, da DGS.

2. Nos termos da legislação em vigor, o uso de máscara é obrigatório nos seguintes contextos1,2:

a. Para acesso e permanência nos estabelecimentos de educação, ensino e creches;

b. Para acesso e permanência nos espaços e estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços;

c. Para acesso e permanência nos edifícios públicos ou de uso público onde se prestem serviços ou ocorram atos que envolvam público;

d. Para acesso e permanência no interior das salas de espetáculos, cinemas ou similares;

e. Para utilização de transportes coletivos de passageiros;

f. Para acesso e permanência em locais de trabalho, sempre que não seja possível o distanciamento físico e/ou não haja barreiras físicas impermeáveis de separação e proteção entre postos de trabalho; e

g. Nos estabelecimentos residenciais para pessoas idosas (ERPI), unidades da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) e outras estruturas e respostas residenciais para crianças, jovens e pessoas com deficiência, requerentes e beneficiários de proteção internacional e acolhimento de vítimas de violência doméstica e tráfico de seres humanos.

3. Para efeitos do disposto no ponto anterior estão abrangidas pessoas com idade superior a 10 anos ou, no caso dos estabelecimentos de educação e ensino, os alunos do 2º ciclo do ensino básico, independentemente da idade.

4. A obrigatoriedade referida nos pontos 2 e 3 é dispensada, nos termos da legislação em vigor, mediante a apresentação de: a. Atestado Médico de Incapacidade Multiusos ou declaração médica, no caso de se tratar de pessoas com deficiência cognitiva, do desenvolvimento e perturbações psíquicas;

b. Declaração médica que ateste que a condição clínica da pessoa não se coaduna com o uso de máscaras.

5. Por motivos de ordem clínica, deve ser usada máscara cirúrgica, em qualquer circunstância, em espaços interiores ou exteriores, por: a. Qualquer pessoa com infeção por SARS-CoV-2 ou com sintomas sugestivos de COVID-19, nos termos da Norma 004/2020, de 23 de março, da DGS, excepto quando se encontrar sozinha no seu local de isolamento;

b. Qualquer pessoa que seja considerada contacto de um caso confirmado de COVID-19, nos termos da Norma 015/2020, de 27 de julho, da DGS, exceto quando se encontrar sozinha no seu local de isolamento.

c. Todas as pessoas que circulem no interior de unidades prestadoras de cuidados de saúde;

d. Pessoas mais vulneráveis, sempre que se desloquem para ou circulem fora do local de residência ou permanência habitual, nomeadamente pessoas com doenças crónicas ou estados de imunossupressão com risco acrescido para COVID-19 grave, nos termos da Norma 004/2020, de 23 de março, da DGS.

6. Sem prejuízo do referido no ponto 2, na comunidade, deve ser utilizada máscara comunitária certificada ou máscara cirúrgica, por qualquer pessoa com idade superior a 10 anos, nos espaços interiores, exceto nas situações de coabitação.

7. A utilização de máscara é ainda recomendada, para as pessoas com idade superior a 10 anos, nos espaços exteriores, quando é previsível a ocorrência de aglomerados populacionais ou sempre que não seja possível manter o distanciamento físico recomendado.

8. Para efeitos do disposto nos pontos 6 e 7: a. A máscara comunitária certificada ou máscara cirúrgica é fortemente recomendada nas crianças com idade entre 6 e 10 anos, ou por alunos do 1.º ciclo, independentemente da idade, no caso dos estabelecimentos de educação e ensino, desde que:

i. As crianças tenham “treino no uso” e utilizem as máscaras de forma correta;

ii. Seja garantida a supervisão por um adulto. b. A utilização de máscara não está recomendada nas crianças com 5 ou menos anos.

9. A utilização de máscaras na comunidade constitui uma medida adicional de proteção relativamente às medidas em vigor de prevenção e controlo de infeção.

10. A utilização de máscara deve ser adaptada à situação clínica individual, nomeadamente às situações de perturbação do desenvolvimento ou do comportamento, insuficiência respiratória, ou outras patologias, mediante avaliação caso-a-caso pelo médico assistente3.

11. Para garantir a utilização da máscara em todas as circunstâncias previstas na presente Orientação, e sempre que a pessoa considere que a sua utilização se justifica, recomenda-se que qualquer pessoa seja portadora de uma máscara cirúrgica ou comunitária certificada, sempre que se desloque ou circule para fora do local de residência ou permanência habitual.

12. Para efeitos da presente Orientação: a. A máscara deve ser sempre utilizada de forma adequada (Anexo).

b. Perante a circulação de novas variantes de SARS-CoV-2, as máscaras recomendadas para efeitos da presente Orientação são:

i. Máscaras comunitárias certificadas com capacidade de filtragem igual ou superior a 90% (em detrimento das máscaras comunitárias com menor capacidade de filtragem),

ii. Máscaras cirúrgicas. c. São consideradas máscaras comunitárias certificadas as que cumprem os requisitos técnicos do Documento Normativo Português DNP CWA 17553:2020 – Acordo Técnico: Coberturas faciais comunitárias, Guia para os requisitos mínimos, métodos de ensaio e utilização4 e do Documento Normativo Português DNP TS 4575:2020 – Especificação Técnica: Máscaras para uso social, Requisitos para a certificação5.

1 Art.º 13.º-B do Decreto-Lei n.º 10-A/2020, de 13 de março, na sua redação atual.

2 Art.º 4.º e alínea b) do art.º 25.º do regime anexo à Resolução do Conselho de Ministros n.º 114-A/2021, de 20 de agosto.

3 Para o efeito, estão previstos regimes excecionais nos termos da legislação em vigor.

4 DNP CWA 17553 2020 – Documento Normativo Português – Acordo Técnico: Coberturas faciais comunitárias Guia para os requisitos mínimos, métodos de ensaio e utilização. http://www1.ipq.pt/PT/Site/Noticias/Documents/DNPCWA17553_2020.pdf

5 Especificação Técnica DNP TS 4575:2020 – Máscaras para uso social. Requisitos para a certificação. http://www1.ipq.pt/PT/Site/Destaques/Documents/2020/JUL/DNPTS004575_2020.pdf

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PREVENÇÃO DOS EFEITOS DO CALOR

Recomendações para grupos vulneráveis

Algumas pessoas são mais vulneráveis aos efeitos do calor intenso e exigem uma atenção especial e medidas específicas para estarem protegidas, nomeadamente:

  1. Crianças nos primeiros anos de vida
  2. Pessoas com 65 ou mais anos
  3. Portadores de doenças crónicas
  4. Pessoas que desenvolvem atividade no exterior, expostos ao sol e/ou ao calor
  5. Praticantes de atividade física
  6. Pessoas isoladas e em carência económica e social

Crianças nos primeiros anos de vida

Bebés e crianças pequenas são especialmente sensíveis aos efeitos do calor intenso e dependem dos adultos para se manterem seguros. Proteja-os do calor intenso e tenha em atenção os seguintes cuidados:
• Vestir a criança com roupas leves, soltas e de cor clara.
• Utilizar chapéu quando está ao ar livre
• Dar água com mais frequência e certificar-se de que bebe mais água do que o habitual
• Evitar a exposição direta ao sol, especialmente entre as 11 e as 17 horas
• Aplicar protetor solar antes de sair de casa
• NUNCA deixar o seu bebé/criança dentro de um carro estacionado ou outro local exposto ao sol, mesmo que por pouco tempo
• Consultar o seu médico se a criança tiver diarreia ou febre e ter especial cuidado com a hidratação
• Procurar assistência médica imediatamente sempre que identifique sinais de alerta como: suores intensos; fraqueza; pele fria, pegajosa e pálida; pulsação acelerada ou fraca; vómitos ou náuseas; desmaio

Pessoas com 65 ou mais anos

O calor é especialmente perigoso para as pessoas idosas, que pode ter menos perceção nas alterações associadas ao calor.
É frequente não sentir sede o que leva a uma menor ingestão de líquidos. Por outro lado, o organismo pode não ter a mesma capacidade para realizar a termorregulação necessária para prevenir os efeitos negativos do calor intenso na saúde pelo que deve ter os seguintes cuidados:
USPMT – Unidade de Saúde Pública do ACES Médio Tejo
Rua João Silva Nazário nº 45 – 2380-092 Alcanena
Telef. 249 889 306; FAX: 249 889 309; email: usp.mediotejo@arslvt.min-saude.pt
• Beber água, mesmo quando não tem sede
• Permanecer em ambientes frescos ou com ar condicionado
• Sempre que necessário procurar locais climatizados
• Evitar a exposição direta ao sol
• Usar roupas leves, soltas, de cor clara, chapéu e protetor solar
• No período de maior calor tomar um duche de água tépida
• Fazer refeições mais leves e comer mais vezes ao dia
• Evitar a utilização do forno ou de outros aparelhos que aqueçam a casa
• Ter contacto de alguém atento e disponível (familiar, amigo, vizinho)
• Consultar o seu médico em caso de doença crónica ou se estiver a fazer uma dieta com pouco sal ou com restrição de líquidos

Portadores de doenças crónicas

As pessoas com doença crónica são mais vulneráveis aos efeitos do calor, pelo que é necessário ter cuidados especiais. É o caso das pessoas com diabetes, doença cardíaca, vascular, respiratória, renal, mental e ainda das que tomam medicamentos que diminuem a sensação de calor ou provocam retenção de água ou de sal (anti-hipertensores, antidepressivos, antipsicóticos e medicamentos para a doença de Parkinson, entre outros).
Principais cuidados a ter, salvo indicação médica:
• Beber água, mesmo não sentindo sede
• Permanecer em ambientes frescos ou com ar condicionado
• Evitar a exposição direta ao sol
• Usar roupas leves, soltas e de cor clara e utilizar chapéu e protetor solar
• Usar menos roupa na cama, em especial pessoas com fraca mobilidade ou acamadas
• No período de maior calor, tomar um duche de água tépida
• Evitar a utilização do forno ou outros aparelhos que aqueçam a casa
• Ter alguém atento e disponível (familiar, amigo, vizinho)
• Se tiver algum sinal ou sintoma associados ao calor, procurar cuidados médicos de imediato
• Evitar a exposição dos Medicamentos a temperaturas elevadas

Pessoas que desenvolvem atividade no exterior, expostos ao sol e/ou ao calor

• Beba água com frequência
• Evite beber líquidos com muito açúcar ou bebidas alcoólicas
• Utilize roupa de trabalho leve e protetor solar desde que seja possível e seguro
• Nas pausas, aproveite para arrefecer, se possível em locais com ar condicionado
• Tente desenvolver a sua atividade com outros colegas por perto
• Procure apoio médico de imediato se algum dos seus colegas se sentir mal

Praticantes de atividade física

• Comece e termine a atividade física de forma lenta e gradual
• Opte pela manhã cedo ou pelo final do dia e evite as horas de maior exposição solar, entre as 11h e as 17h
• Beba água frequentemente: antes, durante e no final da prática de atividade física. Se transpirar muito, opte por uma bebida com eletrólitos (bebidas para desportistas)
• Evite consumir líquidos com muito açúcar
• Realize atividade física com companhia
• Pare de imediato a atividade se sentir fraqueza ou sensação de desmaio

Pessoas isoladas e em carência económica e social

• Devem ser contactadas, pelo menos duas vezes por dia, para saber do estado de saúde
• Devem ser informadas sobre as condições climáticas e sobre os locais climatizados

A vulnerabilidade das pessoas pertencentes a estes grupos é, frequentemente, cumulativa para o calor extremo e para a COVID-19, nomeadamente no caso das pessoas com idade superior a 65 anos, com doenças crónicas e/ou a viver em habitações sobrelotadas ou com deficientes condições socioeconómicas.

Covid-19 – Plano de desconfinamento – 19 de abril

Conselho de Ministros aprovou o decreto que regulamenta o estado de emergência decretado pelo Presidente da República, entrando em no dia 19 de abril de 2021.

Atendendo ao estado epidemiológico do país bem como à taxa de incidência dos concelhos que merecem mais atenção e o seu prolongamento no tempo, as medidas de combate à pandemia, a partir do dia 19 de abril, serão aplicadas em conformidade com os seguintes níveis:

Um primeiro nível, em que o plano de desconfinamento recua para a fase anterior. Neste patamar, encontram-se os concelhos que, pela segunda avaliação quinzenal consecutiva, se encontram com uma taxa de incidência superior a 240 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias. Deste grupo fazem parte os concelhos de Moura, Odemira, Portimão e Rio Maior.

Um segundo nível, em que o plano de desconfinamento não avança para a fase seguinte nem retrocede. Nesta categoria estão os concelhos que, pela segunda avaliação quinzenal consecutiva, se encontram com uma taxa de incidência superior a 120 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias. Assim, são sete os concelhos que irão permanecer na segunda fase do plano de desconfinamento: Alandroal, Albufeira, Beja, Carregal do Sal, Figueira da Foz, Marinha Grande e Penela. 

Um terceiro nível, em que o plano de desconfinamento avança para a terceira fase, tal como anunciado aquando da sua apresentação. Assim, nos restantes concelhos do continente (onde se inclui o de Alcanena), além das medidas em vigor desde 5 de abril, aplicam-se as seguintes:
Permite-se a abertura de:

  • Todas as lojas e centros comerciais;
  • Restaurantes, cafés e pastelarias (com o máximo 4 pessoas por mesa no interior ou 6 por mesa em esplanadas), até às 22h30 nos dias de semana ou 13h nos fins-de-semana e feriados;
  • Cinemas, teatros, auditórios, salas de espetáculos;
  • Lojas de cidadão com atendimento presencial por marcação.

Autoriza-se a prática de:

  • Modalidades desportivas de médio risco;
  • Atividade física ao ar livre até 6 pessoas;
  • Realização de eventos exteriores com diminuição de lotação (5 pessoas por 100 m ²); 
  • Casamentos e batizados com 25% de lotação.

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Edital – Reabertura das feiras do concelho de Alcanena

FERNANDA MARIA PEREIRA ASSEICEIRA, Presidente da Câmara Municipal de Alcanena, no uso da competência que lhe é conferida pela alínea t) do n.º 1 do art.º 35.º, conjugado com o art.º 56º., ambos do anexo I à Lei n. º75/2013, de 12 de Setembro, face ao disposto na Resolução do Conselho de Ministros, n.º 19/2021, publicada no Diário da República, n.º 50-A/2021, I Série, de 13-03-2021, que estabelece uma estratégia de levantamento de medidas de confinamento no âmbito do combate à pandemia da doença COVID-19, referindo, também, que as feiras e mercados não alimentares podem reabrir por decisão municipal, a partir do dia 05- de abril de 2021, torna público que:
1 – Autoriza a realização das feiras e mercados de produtos não alimentares, no concelho de Alcanena, devendo mostrar-se verificadas as condições de segurança e o cumprimento das orientações definidas pela DGS e do Plano de Contingência das Feiras respetivas, nomeadamente as constantes do aviso anexo;
2 – A realização da feira semanal na Vila de Alcanena, fica autorizada a partir do dia 07 de abril de 2021, inclusive, isto é já na próxima 4.ª feira;
3 – A realização da feira semanal na Vila de Minde, fica autorizada a partir do dia 10 de abril de 2021, inclusive, isto é já no próximo sábado.
4 – Esta autorização pode vir a ser alterada em função da evolução da situação epidemiológica.
Para constar e devidos efeitos se publica este Edital, e outros de igual teor, que vão ser afixados nos lugares públicos do costume, nas Feiras Semanais de Alcanena e de Minde e na página oficial desta Câmara Municipal em www.cm-alcanena.pt

Renovação do Estado de Emergência – 17 de março

Conselho de Ministros aprovou o decreto que regulamenta o estado de emergência decretado pelo Presidente da República, entrando em vigor às 00:00h do dia 17 de março de 2021.

Face à evolução da pandemia em Portugal, e de forma a dar início ao Plano de Desconfinamento aprovado pelo Conselho de Ministros, são introduzidas as seguintes alterações face ao regime atual:

  • retoma, a partir de 15 de março, das atividades educativas e letivas em regime presencial nos estabelecimentos de ensino públicos, particulares e cooperativos e do setor social e solidário, de educação pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico;
  • retoma, a partir de 15 de março, das atividades, em regime presencial, de apoio à família e de enriquecimento curricular, bem como atividades prestadas em centros de atividades de tempos livres e centros de estudo e similares, apenas para as crianças e os alunos que retomam as atividades educativas e letivas;
  • possibilidade de reinício da atividade dos estabelecimentos de bens não essenciais que pretendam manter a respetiva atividade exclusivamente para efeitos de entrega ao domicílio ou disponibilização dos bens à porta do estabelecimento, ao postigo ou através de serviço de recolha de produtos adquiridos previamente através de meios de comunicação à distância (click and collect);
  • determina-se que as atividades de comércio a retalho não alimentar e de prestação de serviços em estabelecimentos em funcionamento encerram às 21:00h durante os dias úteis e às 13:00h aos sábados, domingos e feriados e as atividades de comércio de retalho alimentar encerram às 21:00 h durante os dias úteis e às 19:00 h aos sábados, domingos e feriados;
  • o regime de horário das farmácias é aplicável a estabelecimentos de vendas de produtos não sujeitos a receita médica;
  • reinstitui-se a possibilidade de realização de feiras e mercados sem ser apenas para venda de produtos alimentares, mediante autorização do presidente da câmara municipal territorialmente competente;
  • permite-se nos restaurantes e similares a disponibilização de bebidas em take-away;
  • clarifica-se que a proibição de venda de bebidas alcoólicas nos estabelecimentos de comércio a retalho, incluindo supermercados e hipermercados e em take-away (a partir das 20:00 h) é aplicável até às 06:00 h;
  • permite-se o funcionamento, mediante marcação prévia, dos salões de cabeleireiro, barbeiros, institutos de beleza e estabelecimentos similares;
  • permite-se a abertura de: estabelecimentos de comércio de livros e suportes musicais; parques, jardins, espaços verdes e espaços de lazer, assim como de bibliotecas e arquivos;
  • determina-se a proibição de circulação entre concelhos, a qual é aplicável diariamente a partir do dia 26 de março de 2021.

Foi ainda aprovada a resolução que aprova e determina o Plano de Desconfinamento a adotar nos próximos meses.

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#EstudoEmCasa 2020/2021

O Ministério da Educação, em parceria com a RTP, relançou, no presente ano letivo, o #EstudoEmCasa, após o reconhecimento por toda a comunidade educativa da mais-valia e do impacto deste recurso. No ano letivo transato, este recurso demonstrou ser fundamental no acompanhamento das atividades dos alunos, na altura também em situação de confinamento, tendo colhido a atenção da comunidade lusófona para além-fronteiras. A universalidade do acesso ao #EstudoEmCasa permitiu que, mesmo os alunos mais isolados pudessem aceder a conteúdos educativos relevantes no desenvolvimento das suas aprendizagens em qualquer parte do território nacional, o que veio a ser complementado pela RTP Play e pela página eletrónica https://estudoemcasa.dge.mec.pt/.

Atualmente, o #EstudoEmCasa 2020/2021 mantém como objetivo promover uma escola próxima de todos, implicando uma articulação com o trabalho desenvolvido ou a desenvolver pelos docentes de cada uma das escolas. Estes conteúdos televisivos são um apoio para os alunos que estão em casa sem outra forma de conetividade digital, bem como um recurso para todos aqueles que queiram aceder a um conjunto de blocos pedagógicos e até como ferramenta pedagógica para os professores em ensino a distância.

O #EstudoEmCasa 2020/2021 apresenta algumas novidades relativamente ao anterior modelo. Foi criada uma equipa de coordenação e uma equipa específica para o seu desenvolvimento com mais de 40 professores, técnicos especializados e 5 intérpretes de língua gestual portuguesa.

Esta nova fase pauta-se pela criação de duas grandes áreas: Ensino Básico e Ensino Secundário.

O Ensino Básico acompanha o calendário escolar definido pelo Ministério da Educação. Os conteúdos diários têm tempo limitado, em blocos de cerca de 30 minutos, num total de 75 blocos semanais, cumprindo-se a maior parte das componentes curriculares, organizadas disciplinar e interdisciplinarmente. Estas transmissões ocupam a grelha do Canal RTP Memória das 09:00h às 16:30h, com conteúdos que fazem parte das Aprendizagens Essenciais. Tal como no ano anterior, os blocos da manhã são dedicados aos 1.º e 2.º ciclos e os da tarde ao 3.º ciclo, fazendo geralmente a disciplina de Português Língua não Materna a transição entre os dois turnos. É de destacar a autonomização do 1.º e do 2.º ano, decorrente da necessidade de adequação às especificidades deste início de ciclo, marcado pela aquisição da escrita e da leitura, fator que condiciona inevitavelmente a metodologia a adotar, sendo evidente no 1.º ano a preponderância do domínio da oralidade, por exemplo, em atividades de compreensão, como forma de preparação para futuras atividades de compreensão da escrita. O #EstudoEmCasa 2020/2021 para o Ensino Básico é transmitido, para além do Canal Memória da RTP, nos :
 – TDT – posição 7
 – MEO – posição 100
 – NOS – posição 19
 – Vodafone – posição 17
 – Nowo – posição 13

Está igualmente disponível em:
 – https://www.rtp.pt/estudoemcasa (emissão de cada dia on demand e módulos individualizados);
 – Página eletrónica – https://estudoemcasa.dge.mec.pt/;
 – App #EstudoEmCasa.

Com a vontade de acolher todos os alunos neste projeto, o #EstudoEmCasa 2020/2021 contempla também o alargamento ao Ensino Secundário. Esta modalidade estrutura-se em 75 blocos semanais, emitidos das 09:00h às 16:30h, com conteúdos que fazem parte das Aprendizagens Essenciais organizados em sequências temáticas, que podem ser abordados sequencial ou isoladamente, ficando acessíveis na TDT (posição 8; posição 9 nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira), na posição 444 das operadoras de cabo, na RTP Play e na página eletrónica da Direção-Geral da Educação: https://estudoemcasa.dge.mec.pt/. Assim, estes blocos podem ser utilizados como reforço das aprendizagens num contexto síncrono e/ou assíncrono, quer para o trabalho autónomo dos alunos, quer para o enriquecimento dos recursos didáticos dos professores. Os conteúdos diários têm tempo limitado, em blocos de cerca de 30 minutos, cumprindo-se a maior parte das componentes curriculares dos cursos científico-humanísticos (do 10.º ao 12.º ano) e dos cursos profissionais (do 1.º ao 3.º ano).

Comum a todos os níveis de ensino, a introdução do novo bloco de “Organização do Trabalho Autónomo” provém da consciência da necessidade de desenvolver nos alunos formas de autorregulação e de aprofundamento das aprendizagens, indo, assim, ao encontro da progressiva evolução da área de competências de “Desenvolvimento pessoal e autonomia”, preconizada no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.

Horário das emissões

Ensino Básico

Descarregar horário (pdf)

Ensino Secundário

Descarregar horário (pdf)

Empréstimo Domiciliário de Documentos da Biblioteca Municipal de Alcanena

A Biblioteca Municipal Dr. Carlos Nunes Ferreira inicia, no próximo dia 8 de fevereiro 2021 o Empréstimo Domiciliário de Documentos.
Com o abrandamento, que esperemos assim continue, dos números da pandemia no nosso concelho, recebemos, com muita alegria, a indicação de que poderemos iniciar este serviço.
Siga as instruções:

  1. Faça a sua escolha: consulte previamente o catálogo da Biblioteca Municipal;
  2. Faça a sua reserva: ligue 249 891 207 ou envie email para biblioteca@cm-alcanena.pt indicando os documentos que pretende requisitar (máximo 5), fornecendo os elementos necessários (Títulos e Autores dos documentos, o seu número de Leitor da Biblioteca e o seu nome);
  3. Receba a sua encomenda: receberá a confirmação do pedido com a indicação da data e hora de entrega.

Contacte-nos!

Ficamos a aguardar os vossos pedidos que faremos chegar tão breve quanto possível.

Estamos aqui para si.

Fonte: Biblioteca Municipal Dr. Carlos Nunes Ferreira

REDE DE SERVIÇOS MÍNIMOS DE TRANSPORTES EM VIGOR

Está em funcionamento, no Médio Tejo, uma rede de serviços mínimos de transporte público, em virtude do anunciado encerramento das escolas e do confinamento geral obrigatório.

Com o termino das aulas, a rede de transporte público será adequada, considerando as restrições e constrangimentos decorrentes do atual contexto de pandemia.

Assim, nos próximos dias estará em funcionamento no Médio Tejo a rede de serviços de transporte semelhante à que esteve em operação durante o período de férias escolares do último verão, com as devidas condições de segurança sanitária. 

Para o efeito, deverá manter-se o cumprimento das orientações de saúde pública, nomeadamente, é obrigatório o devido distanciamento entre os passageiros e a utilização da máscara de proteção.  

A disponibilização da rede de serviços essenciais de transporte público surge na sequência da publicação do Despacho n.º 3547-A/2020 de 22/03/2020 que regulamenta a declaração do estado de emergência, assegurando o funcionamento das cadeias de abastecimento de bens e dos serviços públicos essenciais, bem como as condições de funcionamento em que estes devem operar.

Para mais informações, consulte a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo através do email autoridade.transportes@cimt.pt ou a Linha de Apoio ao Cliente da Rodoviária do Tejo (tlf: 249 78 78 78) ou Rodoviária da Beira Interior (tlf: 225 100 100).

SERVIÇOS ESSENCIAIS DE TRANSPORTE PÚBLICO DO MÉDIO TEJO  
OPERADOR DE TRANSPORTELINHA ORIGEMDESTINOHORÁRIOS
RODOVIÁRIA DO TEJO8BIOUCASABRANTES08.15 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO8ABRANTESBIOUCAS17.05 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO57PAÚLABRANTES08.30 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO57ABRANTESPAÚL17.30 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO206LEIRIAFÁTIMA13.30 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO206LEIRIAFÁTIMA17.15 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO206FÁTIMALEIRIA08.50 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO206FÁTIMALEIRIA14.00 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO276TORRES NOVASALCANENA08.20 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO502CENTRAL DO PEGOABRANTES08.25 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO502CENTRAL DO PEGOABRANTES17.40 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO502GAVIÃOABRANTES07.20 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO502PEGOABRANTES15.30 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO502ABRANTESCENTRAL DO PEGO08.00 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO502ABRANTESCENTRAL DO PEGO17.00 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO502ABRANTESGAVIÃO18.30 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO507CONSTÂNCIA SULABRANTES07.10 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO507ABRANTESCONSTÂNCIA SUL18.30 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO510FÁTIMAABRANTES17.15 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO510ABRANTESFÁTIMA06.45 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO511RAMALHAISABRANTES08.35 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO511ABRANTESRAMALHAIS17.00 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO512TOMARABRANTES06.55 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO512ABRANTESTOMAR18.10 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO522TORRES NOVASCHAMUSCA17.45 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO522TORRES NOVASSANTARÉM06.40 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO522CHAMUSCATORRES NOVAS06.55 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO522SANTARÉMTORRES NOVAS16.50 Consultar
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RODOVIÁRIA DO TEJO547 – 802TORRES NOVASALCANENA18.30 Consultar
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RODOVIÁRIA DO TEJO6511 – 5471CASAL DA FONTETORRES NOVAS06.55 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO662 – 634TORRES NOVASVILA DO PAÇO18.30 Consultar
RODOVIÁRIA DO TEJO802 – 547ALCANENATORRES NOVAS07.15 Consultar
RODOVIÁRIA DA BEIRA INTERIOR54SERTÃCERNACHE DO BONJARDIM10:30/16:30 Consultar
RODOVIÁRIA DA BEIRA INTERIOR54CERNACHE DO BONJARDIMSERTÃ11:00/17:00 Consultar
RODOVIÁRIA DA BEIRA INTERIOR98VILA DE REI FERREIRA DO ZÊZERE08:35/18:05 Consultar
RODOVIÁRIA DA BEIRA INTERIOR98VILA DE REISERTÃ9:43/19:10 Consultar
RODOVIÁRIA DA BEIRA INTERIOR98SERTÃVILA DE REI8:00/17:30 Consultar
RODOVIÁRIA DA BEIRA INTERIOR98FERREIRA DO ZÊZEREVILA DE REI 9:15/18:45 Consultar
Fonte: Portal Regional do Médio Tejo

Aplicação STAYAWAY COVID

STAYAWAY COVID é uma aplicação para telemóveis iOS ou Android que tem como objetivo auxiliar o país no rastreio da COVID-19. A aplicação permite, de forma simples e segura, que cada um de nós seja informado sobre exposições de risco à doença, através da monitorização de contactos recentes. A aplicação é de utilização voluntária e gratuita e, em momento algum, tem acesso à sua identidade ou dados pessoais.

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