Publicado diploma que altera o regulamento da matrícula

Foi publicado hoje o diploma do Governo que altera o Regulamento da Matrícula, o Código da Estrada e o Regulamento da Habilitação Legal para Conduzir.

Do atual modelo de números de matrículas, constituído por dois grupos de dois algarismos e um grupo de duas letras, estavam ainda disponíveis para serem atribuídas no início deste ano, cerca de 60220 matrículas. Prevê-se que este modelo, do qual desde 25 de maio de 2005 até agora, foram reservadas 5109263 matrículas, se esgote no final do próximo mês de fevereiro.

Com o novo formato de número de matrícula passa a ser utilizado um novo modelo de chapa de matrícula para a generalidade dos veículos, sem a inclusão do ano e mês da primeira matrícula do veículo, sendo também eliminado, em todos os modelos, os traços separadores de grupos de caracteres, mantendo-se no entanto um espaçamento entre o grupo de caracteres, conforme imagem abaixo.

O ano e mês da matrícula são elementos que não fazem parte do número da matrícula dos veículos e não são um elemento relevante para a identificação dos veículos, sendo que Portugal é o único país dos 28 Estados-Membros da União Europeia que apresentava estes elementos na respetiva chapa de matrícula. Esta situação era geradora de más interpretações, dado o referido espaço ser utilizado em muitos países para indicar a data de validade do número da matricula e não o ano e mês do veículo, elementos que nada têm a ver com o número de matricula.

As chapas de matrícula dos ciclomotores, motociclos, triciclos e quadriciclos passará a apresentar no seu canto superior esquerdo o símbolo distintivo de Portugal (P) bem como as 12 estrelas da União Europeia num fundo azul.

Constrangimentos no abastecimento de água em Gouxaria – 14-01-2020

Comunica-se à população de Gouxaria que devido à necessidade de realizar uma intervenção inadiável na rede de distribuição, haverá constrangimentos e, eventuais cortes, no abastecimento, nos seguintes locais e zonas envolventes:
– Rua Principal

Estimamos que a normalidade seja reposta cerca das 14h00. Tudo faremos para antecipar o restabelecimento do serviço.

Em caso de necessitar de esclarecimentos, deve contatar os nossos serviços:

por telefone 249 899 414

por email servico.clientes@aquanena.pt

Pede-se a compreensão da população afetada. Lamentamos o incómodo que possamos causar, tudo faremos para antecipar o restabelecimento do serviço

Constrangimentos no abastecimento de água em Alcanena e Vila Moreira – 30-12-2019

Comunica-se à população de Alcanena e Vila Moreira, que devido a uma avaria, haverá constrangimentos e, eventuais cortes, no abastecimento de água, nas referidas localidades.

Estimamos que a normalidade seja reposta até às 18h.

Em caso de necessitar de esclarecimentos, deve contatar os nossos serviços:

por telefone 249 899 414

por email servico.clientes@aquanena.pt

Pede-se a compreensão da população afetada. Lamentamos o incómodo que possamos causar, tudo faremos para antecipar o restabelecimento do serviço

Constrangimentos no abastecimento de água em Vila Moreira – 27-12-2019

Comunica-se à população de Vila Moreira, que devido a uma rotura na conduta, haverá constrangimentos e, eventuais cortes, no abastecimento de água, na referida localidade.

Estimamos que a normalidade seja reposta até às 18h.

Em caso de necessitar de esclarecimentos, deve contatar os nossos serviços:

por telefone 249 899 414

por email servico.clientes@aquanena.pt

Pede-se a compreensão da população afetada. Tudo faremos para antecipar o restabelecimento do serviço.

Constrangimentos no abastecimento de água em Gouxaria – 26-12-2019

Comunica-se à população de Gouxaria, que devido a uma rotura na conduta, haverá constrangimentos e, eventuais cortes, no abastecimento de água, na referida localidade.

Estimamos que a normalidade seja reposta pelas 21h.

Em caso de necessitar de esclarecimentos, deve contatar os nossos serviços:

por telefone 249 899 414

por email servico.clientes@aquanena.pt

Pede-se a compreensão da população afetada. Lamentamos o incómodo que possamos causar, tudo faremos para antecipar o restabelecimento do serviço.

Alargamento horários – Plano de Contingência Inverno – ACES Médio Tejo

No âmbito do Plano de Contingência de Inverno a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo recomenda que no período de inverno e em caso de doença aguda não urgente, os utente devem preferencialmente:

  1. ligar para a linha SNS24 – 808 24 24 24;
  2. recorrer ao seu próprio Médico de Família (consulta aberta) nos dias úteis e horários habituais;
  3. recorrer aos locais de atendimento de doença aguda (consulta aberta – alargamento horário):
  • dias úteis nos Centros de Saúde de Alferrarede – Abrantes (18h às 21h), Torres Novas (20h às 22h) e Ourém (9h às 19h) ;
  • sábados, domingos e feriados – Centros de Saúde de Ferreira do Zêzere (9h às 18h) e Ourém (9h às 19h) .

Plano de Contingência Saúde Sazonal da Região de Lisboa e Vale do Tejo – Módulo de Inverno 2019/2020

No inverno ocorrem com frequência temperaturas baixas e aumento da incidência das infeções respiratórias na população, com especial destaque para a gripe sazonal, mas outros agentes virais e bacterianos podem coexistir.

Dada a sua localização geográfica, Portugal é um dos países europeus vulneráveis aos fenómenos climáticos extremos.

O Plano de Contingência Saúde Sazonal (PCSS) – Módulo Inverno define um conjunto de orientações estratégicas que permitem a preparação e adequação da resposta dos serviços de saúde e dos cidadãos, perante a perspetiva de ocorrência de frio extremo ou de um aumento da incidência de infeções respiratórias.

Este Plano preconiza uma intervenção adequada dos serviços de saúde junto dos grupos mais vulneráveis, informação à população e aos profissionais de saúde sobre as medidas a adotar para minimizar os efeitos das temperaturas extremas sobre a saúde e preparação de recursos específicos na comunidade a serem acionados durante as vagas de frio.

A colaboração entre diferentes entidades de saúde, a proteção civil, a segurança social e organizações da sociedade civil é fundamental para a obtenção de uma resposta adequada e eficaz aos efeitos do frio e à maior incidência de infeções respiratórias.

Recomendações gerais para a população:

  • Mantenha o corpo hidratado e quente;
  • Mantenha-se protegido do frio;
  • Mantenha a casa quente;
  • Mantenha-se especialmente atento se tiver algum problema de saúde;
  • Mantenha-se em contacto e atento aos outros.

Durante um período de frio no domicílio:

  • Mantenha a temperatura da sua casa entre os 18ºC e os 21ºC;
  • Se não conseguir aquecer todas as divisões da casa, tente manter a sala de estar quente durante o dia e aqueça o quarto antes de se ir deitar;
  • Se utilizar lareiras, braseiras, salamandras ou equipamentos de aquecimento a gás mantenha a correta ventilação das divisões de forma a evitar a acumulação de gases nocivos à saúde, evitando os acidentes por monóxido de carbono que podem causar intoxicação ou morte;
  • Não utilize fogão a gás, forno ou fogareiro a carvão para aquecer a casa. Também não deve utilizar equipamentos de aquecimento de exterior em espaços interiores;
  • Evite dormir/descansar muito perto da fonte de calor;
  • Apague ou desligue os sistemas de aquecimento antes de se deitar ou sair de casa, de forma a evitar fogos ou intoxicações;
  • Promova uma boa circulação de ar, não fechando completamente as divisões da casa, mas evite as correntes de ar frio;
  • Mantenha sob vigilância a utilização de botijas de água quente, para evitar o risco de queimadura.

Cuidados pessoais e vestuário:

  • Mantenha a pele hidratada, principalmente mãos, pés, cara e lábios;
  • Use várias camadas de roupa, em vez de uma única muito grossa, e não use roupas demasiado justas que dificultem a circulação sanguínea;
  • Proteja as extremidades do corpo (com luvas, gorro, meias quentes e cachecol) e use calçado adequado às condições meteorológicas;
  • Evite andar descalço no chão frio ou molhado.

Alimentação:

  • Faça refeições mais frequentes encurtando as horas entre elas;
  • Dê preferência a sopas e a bebidas quentes, como leite ou chá;
  • Aumente o consumo de alimentos ricos em vitaminas, sais minerais e antioxidantes (por exemplo, frutos e hortícolas), pois contribuem para minimizar o aparecimento de infeções;
  • Faça uma alimentação variada e saudável, evitando alimentos fritos, com muita gordura ou açucarados;
  • Evite bebidas alcoólicas que provocam vasodilatação com perda de calor e arrefecimento do corpo.

Atividades e exercício físico no exterior:

  • Mantenha a prática de exercício físico habitual, mas em situações de frio intenso evite fazer exercício físico de esforço ao ar livre;
  • Se tiver de realizar trabalho de intensidade física, proteja-se com roupa adequada e vá doseando o esforço;
  • Procure um local abrigado se a temperatura diminuir e houver muito vento;
  • Em caso de frio intenso faça pequenos movimentos com os dedos, os braços e as pernas evitando o arrefecimento do corpo;
  • Evite caminhar sobre o gelo devido ao risco de lesões por queda;
  • Procure manter-se seco e evite arrefecer com a roupa transpirada no corpo;
  • Beba água antes, durante e depois da atividade física para evitar a desidratação.

Se vai viajar de automóvel:

  • Informe-se sobre a previsão meteorológica, sobre problemas de circulação automóvel e assegure-se de que dispõe de um mapa, ou, outro meio de localização;
  • Se a previsão meteorológica incluir a queda de neve leve roupas quentes e mantas bem como comida e bebidas quentes, tendo em conta que pode ficar bloqueado;
  • Evite viajar sozinho ou em situações de reduzida visibilidade;

Para além das recomendações anteriores, tenha em conta as orientações da DGS para proteção contra a gripe.

Em caso de emergência ligue para o 112.

Para mais informações ligue para SNS 24: 808 24 24 24.

O período de vigência do PCSS – Módulo Inverno decorre entre 1 de outubro de 2019 a 30 de abril de 2020, podendo manter-se ativo noutros períodos, em função das condições meteorológicas ou da atividade epidémica de infeções respiratórias.

Consultar o Plano

Aviso à População: Precipitação, Neve, Vento e Agitação Marítima

1. SITUAÇÃO

Situação Meteorológica:

No seguimento do contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) realizado hoje, dia 15 de dezembro, no Comando Nacional de Emergência e Proteção Civil (CNEPC), da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), e de acordo com a informação meteorológica disponibilizada prevê-se, para as próximas 48 horas, um agravamento das condições meteorológicas, salientando-se:

– Períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes nas regiões norte e centro, prosseguindo na segunda-feira com aguaceiros por vezes fortes na generalidade do continente, com condições favoráveis à ocorrência de trovoada;

– Possibilidade de queda de neve acima dos 1400/1600 metros de altitude a partir do final da tarde de hoje, descendo a cota para os 1000 metros de altitude na segunda-feira, para os 800 metros no extremo Norte (ex. Gerês e Montalegre);

– Vento forte com rajadas até 80 km/h do quadrante sul nas terras altas do norte e do centro, aumentando de intensidade no dia de amanhã (rajadas de 100km/h), exceto no sul, onde as rajadas poderão atingir os 75 km/h Segunda-feira, vento do quadrante sul forte com rajadas até 75 km/h;

– Agitação marítima na costa ocidental a norte do Cabo Raso com ondas de noroeste com 5 a 6 metros de altura significativa, podendo atingir 8/10 metros de altura máxima, entre o meio da tarde de hoje e o fim da madrugada de segunda-feira. Na costa ocidental a sul do Cabo Raso, ondas de noroeste com 4 a 5 metros entre o fim da tarde de hoje e o fim da tarde de terça-feira.

Informação hidrológica

– Prevê-se precipitação forte e persistente, entre domingo e segunda-feira, com acumulação significativa nas bacias hidrográficas do Norte e do Centro, importando manter a vigilância para antecipar o aumento da cota dos cursos de água;

– Deverá ser dada uma especial atenção às zonas historicamente identificadas como vulneráveis a inundações e em particular em bacias hidrográficas não regularizadas e de escoamento rápido.

Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt

2. EFEITOS EXPECTÁVEIS

Face à situação acima descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos:

– Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água e gelo;

– Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;

– Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;

– Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;

– Danos em estruturas montadas ou suspensas;

– Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preia-mar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;

– Possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento mais forte;

– Possíveis acidentes na orla costeira;

– Fenómenos geomorfológicos causados por estabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência.

3. MEDIDAS PREVENTIVAS

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente:

– Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;

– Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível acumulação de neve e formação de lençóis de água nas vias;

– Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;

– Proceder à colocação das correntes de neve nas viaturas, sempre que se circular nas áreas atingidas pela queda de neve;

– Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;

– Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;

– Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais;

– Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;

– Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

TODOS SOMOS PROTEÇÃO CIVIL!